Danças nas Bordas

O Dança nas Bordas é uma mostra de dança que aglomera artistas, núcleos e cias de diferentes modos de criação, estéticas e linguagens. A Primeira edição do Dança nas Bordas é um encontro de processo, exibições, apresentações e diálogos a cerca das pesquisas e inquietações de artistas que produzem, fomentam e difundem dança na zona sul, de forma plural e diversificada, sobretudo nas bordas da capital de São Paulo.

1ª Edição

Contemplada pelo PROAC 13/2016 Festival de Artes I da Secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo.

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De 22 a 26 de Março de 2017, o Capão Redondo, zona sul, periferia da capital do Estado de São Paulo, realiza a 1ª Edição do Dança nas Bordas. Contemplado pelo Festival de Artes I 13/2016 com realização do Governo do Estado de São Paulo, a Secretaria da Cultura, o PROAC e a Cooperativa Paulista de Dança, o Dança nas Bordas é um desdobramento da Mostra de Repertório Coreográfico, realizado pela Cia Diversidança, desde 2010. No entanto, a Mostra de Repertório Coreográfico, tem o intuito de agrupar e apresentar apenas o repertório atual da Cia, no caso o Dança nas Bordas, tem como objetivo reunir os artistas que atualmente fomentam e produzem dança nas periferias da capital da cidade de São Paulo. Desde a V Mostra de Repertório, a Cia Diversidança sentiu a necessidade de ampliar esse espaço, também, para outros artistas e por consequência, na VI edição em 2015, a partir da roda de conversa: “Dança nas Bordas: Por onde caminha a nossa dança?” surge a necessidade de alinhavar momentos para partilhar o nosso fazer artístico, de forma mais plural e diversificada, potencializado a produção e modos de criação e estéticas oriundas das periferias.

Surge então o desejo de realizar o Dança nas Bordas, um encontro de diversos artistas, com roda de conversa, mostra de processo, espetáculo, oficina, baile, exibição de vídeo dança e cortejo, possibilitando o olhar sensível e trazendo à tona a diversidade da produção artística periférica. A 1ª Edição será realizada na Fábrica de Criatividade, atual sede de ensaio da Cia Diversidança, que fica localizada em menos de 100m da estação Capão Redondo da Linha Lilás do Metrô, todas as atividades são gratuitas, de acordo com a classificação indicativa. Para Rodrigo Cândido, atual Diretor geral, artístico, interprete-pesquisador da Cia Diversidança e idealizador do projeto, o Dança nas Bordas, “é uma mostra de dança que aglomera artistas, núcleos e cias de diferentes modos de criação, estéticas e linguagens”. Acrescenta que “é um encontro de processo, exibições, apresentações e diálogos a cerca das pesquisas e inquietações de artistas que produzem, fomentam e difundem dança na zona sul, de forma plural e diversificada, sobretudo nas bordas” da capital de São Paulo.

Confira a nossa programação e venha experienciar e prestigiar o que a zona sul da cidade de São Paulo, tem de melhor da Dança…

Programação

O Dança nas Bordas inicia no dia 22 de Março às 18h com oficina de danças populares brasileiras, ministrada por Débora Marçal, com participação especial do Mestre Rabi e Lizandra Borges na percussão. Esta oficina oferece uma pequena vivência prática em dança popular brasileira tendo como base algumas danças de matrizes negras principalmente as da região do nordeste, tais como maracatu, samba de roda, afoxé, samba de coco. O objetivo é experimentar um estado corporal de um corpo que brinca, reza, dança, trabalha e festeja. Na mesma noite, às 20h, recebemos o espetáculo “Outras Portas, Outras Pontes”, com a Cia Sansacroma. Em um primeiro momento, o olhar sobre o apartheid “gentil” existente no Brasil, quando negros operários são tratados com sub-cidadãos e os espaços físicos geram separações. No segundo, a dança e o texto mostram quando a consciência desta separação torna-se indignação e é transformada em materialidade poética, explorando questões como herança cultural e identidade do brasileiro. Este é “Outras Portas, Outras Pontes”, da Cia Sansacroma, com direção artística de Gal Martins, direção coreográfica de Yaskara Manzini e trilha sonora composta pelo multi instrumentista Cláudio Miranda, da banda Poesia Samba Soul e os músicos Zinho Trindade e MC Gaspar.

No dia 23 de Março, às 18h, o Dança nas Bordas inicia a noite com a roda de conversa “O que e a CPD – Cooperativa Paulista de Dança: Quais as Lutas e Conquistas”, com Sandro Borelli, atual Presidente da CPD, que irá traçar um histórico político, administrativo e artístico da Cooperativa Paulista de Dança, do seu inicio até os dias atuais. Ás 19h30, teremos exibições de vídeos-dança, acompanhado de debate sobre a pesquisa desenvolvida com os seus criadores: “Carmen” do Coletivo Calcâneos – “Quantas vezes matamos a nós mesmos?” Afetos liberadores, na tentativa de produzir sensações e percepções de o quanto todo ser humano, sem exceção, está sujeito a vivenciar tais processos. O Coletivo acredita que expressar um sofrimento torna-se um ato de resistência, mesmo perante os desafetos, aos escombros e os detritos. O “suicídio da personalidade” vem como existência, vem como uma forma de se situar no mundo. Na mesma noite apresentamos também duas obras de Alex Soares: “Perishable” (Perecível) – Criada a convite da Noord Nederlandse Dans, Cia de dança sediada em Groningen, norte da Holanda, Perishable ou Perecível em português, trata da questão de que tudo está em constante desmantelamento, ou sujeito a ele em qualquer momento. E “Kick on Taish Too” – Inspirado na reforma do Teatro Castro Alves, iniciada no final de 2013, o Balé Teatro Castro Alves realiza, em 2014, o projeto SOB RASURA em que se lança na investigação acerca das reformas e transformações físicas e de pensamentos, experimentadas por seus bailarinos ao longo do tempo. Afinal, depois de tantos anos dançando, dançar sob novas perspectivas também os interessa. E pra encerrar as exibições, o “Vídeo Espiritual” de Raffab Ajá – É o terceiro vídeo solo do artista e a inspiração nasce dos estudos da astrologia e da alquimia, que servem como despertadores na criação de uma dança que possa relacionar elementos da natureza com simbolismos, analogias e arquetípicos. Pra finalizar a noite, às 21h30, a apresentação do Grupo Corpo Molde dirigido por Renan Marangoni, com o espetáculo “Abismo”. Meus olhos estão fixos nele, me lanço estendo minhas mãos, o apoio é formado, seguro firme, isso tudo é uma insanidade completa.  Quem desprender-se primeiro o “botão” de autodestruição do outro. Foi assim que escolhemos viver na dependência desse contra peso. Ele apenas acha que me conhece, mas a real questão é que nem eu mesmo acabei de montar meus fragmentos. Quantas faces ter? O que fazer? Até onde tentar? O quanto eu quero? Falso ou verdadeiro? Ser arriscado ou ter cautela? Até quando posso aguentar ele me despedaçar? A partir destas questões o intérprete-criador Willian Farias desenvolve a pesquisa, de site specific, entre linhas elásticas que estabelecem as soluções de suas questões.

No dia 24 de Março de 2017, o Dança nas Bordas inicia às 18h, com a oficina de Hip Hop com Rodstyle, que consiste em trabalhar as suas vertentes como, popping, locking, breaking, house, hip hop freestyles, partindo das improvisações de movimentos e também das linguagens novas, new school, step sociais e urban choreography, visando o lado de vídeo mais comercial, o famoso deo dance. Ás 20h apresenta o espetáculo “Falem Comigo”, da Cia Street Son, dirigido por Duda Moreno. O espetáculo “Falem Comigo” nasceu do estudo sobre a LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) e a Cultura Surda. Esse universo apresentou aos interpretes, a comunicação que é feita através de um bailado expressivo, repleto de símbolos, significados e sentimentos. Nessa obra cênica há alguns momentos que colaboram diretamente com a formação da identidade do surdo e do deficiente auditivo ao longo de suas vidas, a fim de instaurar inquietações e reflexões sobre a exclusão de uma porcentagem de indivíduos que anseiam por afetividade, diálogo e respeito. Ás 21h30, o Double Lock estreia o espetáculo “Corpo, Mente e Espírito”, partindo da percepção do grupo, que a dança vai muito além de um movimento e que ela é capaz de  formar o caráter pessoal, podendo demonstrar, argumentar e provocar diferentes pensamentos. Por meio de várias imagens, textos, vídeos, diálogos e exercícios de forma criativa para instigar os elementos da energia e de como retratar a trindade (Corpo, Mente e Espírito), utilizando as danças urbanas, formação do grupo, além de estabelecer conexões entre o individual e o coletivo. Para o Double Lock, “não somos apenas um, mas parte de um todo, cremos que a Energy, além de nos motivar, dá origem a um ser formado por corpo, mente e espírito”. Esta trindade é a pedra fundamental, o equilíbrio da vida. Corpo depende da mente, que depende do espírito e vice versa, se uma das três pontas está fraca, acabam influenciando nas outras.

No dia 25 de Março de 2017, começamos às 18h com uma roda de conversa que discute “Por onde caminha à nossa dança”, com os diretores: Gal Martins da Cia Sansacroma, Mazé Soares da Saída de Emergência Cia de Dança, Renan Marangoni do Grupo Corpo Molde e Rodrigo Cândido da Cia Diversidança. Ás 20h, temos o espetáculo com a Com[som]antes Cia de Arte, “CISZA II de IV”, que fala dos silêncios. É uma obra de dança que se construiu e modificou-se no decorrer da trajetória da Cia. Em 2016, a Com[som]antes Cia de Arte olha para o que foi essa criação e propõe alguns procedimentos para aprofundar e entender os silêncios que já foram e os que ainda são. O espetáculo acontecerá em quatro partes. PARTE II – Engolir desejos, 2ois; tecer, ter sido, tração de uma relação; memória A2, bloqueio A2, afastamento A2; cordão umbilical. E pra finalizar a noite, na entrada da Fábrica de Criatividade, a Cia Diversidança, dirigida por Rodrigo Cândido, apresenta o Manifesto Poético “Por que danço?”, recentemente contemplados pela 21ª Edição do Programa de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo com o projeto de pesquisa “Ensaios Cartográficos”, com intuito de amadurecer a proposta, realizada por meio de site specific, mas cuja proposta não somente perfaça pela sua relação com o espaço/território, mas que a vivência estabelecida possa trazer experiência não apenas estética, mas também simbólica para os transeuntes/espectadores. O Manifesto Poético, “Por que Danço?” reuniu depoimentos de diversos artistas da dança que expressaram em contexto político-social, convidados para relatar parte de suas histórias. Entrelaçadas com os dos próprios integrantes, seus relatos servem como ponto de instigação para que os transeuntes/espectadores possam compartilhar seus modos de ser, sentir e pensar a dança. Por que Danço? Em seus discursos, manifesta-se a importância que a Dança exerce no cotidiano dos artistas, transeuntes e espectadores.

No dia 26 de Março de 2017, o Dança nas Bordas começa mais cedo, Kleber Cirqueira, professor de dança de salão e a participação especial da sua companheira Daiy Silva e do DJ VJ Santos, realizam a partir das 14h a oficina de Zouk, e em seguida, às 15h, o Baile de Zouk até às 17h. A oficina tem como objetivo a iniciação e/ou aperfeiçoamento do ritmo Zouk para os participantes. E o baile tem o objetivo de praticar o conteúdo estudado na oficina. Em seguida recebemos a Dentre Nós Cia de Dança, dirigida por Rivaldo Ferreira, com apresentação às 18h do espetáculo “Cartas à Casa de Pó”, tem como partida o estudo das personalidades de cada intérprete, trazendo as personagens presentes na peça de teatro “A Casa de Bernarda Alba”, indagando a figura feminina no seu estado mais resistente e mais delicado. O espetáculo mostra de uma forma sensível esse lugar de sentir-se pertencente á algo ou alguém. Busca esse pertencer, essa dependência e fazer parte de algo para existir. Utiliza essa metáfora para que possamos dizer que tudo está abarcado nessa pequena atmosfera, seja ela intrínseca ou extrínseca, refere-se ao antigo e ao que se foi. São relatos e rememoração de quem sou e de quem eu era. Ás 19h30, temos o recorte do espetáculo “O Silêncio dos Comunicáveis”, com a Saída de Emergência Cia de Dança. O espetáculo foi criado pensando na questão do isolamento dos seres humanos no ciberespaço, usando como meio de comunicação um estudo de dança contemporânea e danças urbanas. Partindo da ideia “Desconecte para Conectar” se apresenta como contradição ao efeito de individualismo resultante da tecnologia e dos novos meios de comunicação. Se prender ao ciberespaço resulta na ausência de socialização real, uma vez que entre computadores os sentimentos são muito artificiais e não forte o bastante ao vivo. Daí a expressão “O Silêncio dos Comunicáveis”, numa analogia da ausência de comunicação real. Que aumenta o risco dos conflitos face a face e afasta a sociedade contemporânea das reuniões em grupo, da profunda arte de conhecer o outro e formar seus próprios conceitos. E para finalizar a 1ª Edição do Dança nas Bordas, temos às 20h30, o cortejo de encerramento com Maracatu Ouro do Congo, fundado em 2010, na região Sul de São Paulo. Tambores em Festa e Reverência! Em uma apresentação vibrante e intensa o grupo Maracatu Ouro do Congo traz a batida do Baque Virado, louvando os Pretos Velhos, saldando os Orixás, um grupo filho das Nações do Maracatu Porto Rico e Encanto do Pina, nascido em São Paulo. “Sonhei liberdade, sofri sim senhor, hoje eu canto alegria, trazendo energia, tocando o tambor”, a força do tambor, a dança que saúda dos Reis do Congo, a alegria de cantarmos nossa história e reverenciarmos nossos ancestrais, numa manifestação negra, trazendo pra rua o toque Nagô.

Serviço

Quarta-feira, 22 de Março de 2017

18h: Oficina: Danças Populares Brasileiras – Com Débora Marçal e Percussão com Mestre Rabi e Lizandra Borges

Co-fundadora e Interprete pesquisadora da Capulanas Cia de Arte Negra, tendo desenvolvido atividades entre espetáculo, cursos, palestras e oficinas. É coreógrafa, dançarina e figurinista do Instituto Umojá de Dramaturgia e Pesquisa Afro brasileira. Cursou Comunicação das Artes do Corpo na PUC-SP e é graduada em Licenciatura em Dança pela Faculdade Paulista de Artes

Classificação Indicativa: 14 anos – 90 minutos

20h: Espetáculo: “Outras Portas, Outras Pontes”* – Com a Cia Sansacroma

FICHA TÉCNICA / Direção e Concepção: Gal Martins / Intérpretes Criadores: Djalma Moura, Verônica Santos, Flip Couto, Ciça Coutinho, Érico Santos e Aysha Nascimento / Figurinos e Adereços: Mariana Farcetta / Trilha Sonora: Cláudio Miranda / Operador de Som: Piu Dominó / Assistente de Direção: Djalma Moura / Direção de Produção: Selene Marinho / Assistente de Produção: Dandara Gomes / Assessoria de Imprensa: Marcelo Dalla Pria / Aproximação com o Público: Ciça Coutinho e Dandara Gomes

Classificação Indicativa: 12 anos – 60 minutos

* O espetáculo itinerante, começa no pátio do Metrô Capão Redondo da Linha Lilás do Metrô e finaliza na Fábrica de Criatividade

Quinta-feira, 23 de Março de 2017

18h: Roda de Conversa: “O que e a CPD – Cooperativa Paulista de Dança: Quais as Lutas e Conquistas” – Com Sandro Borelli – Presidente da CPD desde 2011

Artista e militante da dança, coreógrafo, fundador e diretor da Cia Carne Agonizante. Suas criações já foram apresentadas em algumas das principais cidades do Brasil e no exterior. Pela Fundação Vitae de Artes realizou residência artística no American Dance Festival na Carolina do Norte (Estados Unidos – 1996). Criou a Revista Murro em Ponta de Faca em 2011. Recebeu diversos prêmios, entre eles: Atuação Política na Dança – APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) em 2011, Melhor coreógrafo com Carne Agonizante – Prêmio SESC SATED/Belo Horizonte/MG em 2007, Melhor espetáculo com Adeus deus – 2º Prêmio BRAVO Prime de Cultura em 2006, Melhor Coreógrafo com Plásmica substancia – APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) em 2000

Classificação Indicativa: Livre – 60 minutos

19h30: Exibição de Vídeos Dança, acompanhado de debate sobre a pesquisa desenvolvida com os criadores

“Carmen” do Coletivo Calcâneos

FICHA TÉCNICA / Direção e Roteiro: Victor Almeida / Câmera: Filipe Galdino, Victor Almeida e Vinicius Longuinho / Edição de vídeo: Victor Almeida e Vinicius Longuinho / Edição de som: Victor Almeida / Trilha Sonora: Sigur Rós / Intérpretes: Joelma Souza, Karina Nascimentos, Marina Lima, Richard Pessoa, Victor Almeida e Vinicius Longuinho / Figurino: Beatriz Fontes / Costureira: Quitéria Santos / Produção: Coletivo Calcâneos

Classificação Indicativa: Livre – 8 minutos

“Perishable” (Perecível) de Alex Soares

FICHA TÉCNICA / Direção, Coreografia e Concepção: Alex Soares / Intérpretes: Johannes Lindth, Alex Parret, Marin Lemic, Tinkara Konkar e Luca Cacitti / Trilha sonora: Murcof, Felix Lajko e Alex Soares / Co-produçao: Noord Nederlandse Danse / Direção NND:  Stephen Shropshire

Classificação Indicativa: Livre – 11 minutos

“Video Espiritual” de Raffab Ajá

FICHA TÉCNICA / Fotografia, Montagem e Dança: Raffab Ajá

Classificação Indicativa: 16 anos – 10 minutos

“Kick on Taish Too” de Alex Soares

FICHA TÉCNICA / Direção: Alex Soares / Idealização e coordenação projeto Sob Rasura: Luiza Meireles / Programação visual: Camilo Fróes / Curadoria artística BTCA: Jorge Vermelho / Elenco: Ajax Vianna, Angela Bandeira, Dina Tourinho, Lilian Pereira, Luiza Meireles, Luiz Molina, Konztanze Mello, Maria Angela Tochilovsky

Classificação Indicativa: Livre – 05 minutos

Tempo Total: 90 minutos

21h30: Espetáculo: “Abismo” – Com o Grupo Corpo Molde

FICHA TÉCNICA / Intérprete – Criador: Willian Farias / Orientador: Renan Marangoni / Produção: Júlia Paiva, Reheron e Wendell Araújo / Sonoplastia: Wendell Araújo / Iluminação: Agnaldo Nicoleti / Trilha Sonora: Diego Henrique / Fotos por: Renan Marangoni

Classificação Indicativa: Livre – 35 minutos

Sexta-feira, 24 de Março de 2017

18h: Oficina: Hip Hop – Com Rodstyle Dancer

Rodrigo dos Santos, conhecido como Rodstyle Dancer, começou atuar profissionalmente em 2003, no projeto Palas Atenas. Atua em diversas áreas dentro da cultura hip-hop, tanto dançando como apresentando em eventos e lecionando aulas de danças urbanas em ONGs, academias, empresas e Studios. É Diretor e Coreógrafo do grupo Freestyles D.S. É agente cultural, ministrando aulas e eventos no Sacolão das Artes, Fabricas de Cultura Capão Redondo e Jd. São Luís e Fábrica de Criatividade. Em destaque, ministrou workshop (Bolívia/ La Paz/ Studio Feeling) e C.D.U. Foi 1º Lugar (TABOARTE 2010), 2º Lugar (MANISFESTARTE 2010), 2º Lugar (7 to Smoke 2010), 1º Lugar (CDU 2013), 1º Lugar (Manifestarte 2013) e 1º Lugar (Knock out Battle – Argentina 2010)

Classificação Indicativa: 14 anos – 90 minutos

20h: Espetáculo: “Falem Comigo” – Com a Cia Street Son

FICHA TÉCNICA / Direção Artística: Duda Moreno / Intérpretes criadores: Marcus Oliveira, Yago Azevedo, Duda Moreno / Bailarina convidada: Thays Peric / Professor de Dança Contemporânea: Robson Ferraz / Professor de LIBRAS: Filipe Macedo / Trilha sonora: Fabricio Zavanella, Duda Moreno / Colaborações sonoras: Rita Pontes e Luiz Pontes – Som de Cristal / Iluminação: Gabriela Rosso / Figurino: Duda Moreno

Classificação Indicativa: Livre – 40 minutos

21h30: Espetáculo: “Corpo, Mente e Espírito” – Com Double Lock

FICHA TÉCNICA / Direção: Diego Henrique do Nascimento / Coreografia: Criação Coletiva / Intérpretes: Alan Ferrari da Silva, Ana Carolina Batista Souto, Darlita Luiz Albino, Eduardo Carlos Basílio Chaves e Diego Henrique do Nascimento / Trilha Sonora: Participação Nelson D.

Classificação Indicativa: Livre – 35 minutos

Sábado, 25 de Março de 2017

18h: Roda de Conversa, com diretores de Cias que atuam na zona sul da capital do Estado: “Por onde caminha à nossa dança”

Gal Martins – Atriz, dançarina, coreógrafa e atual diretora da Cia Sansacroma;

Mazé Soares – Bailarina, coreógrafa, arte-educadora e atual diretora da Saída de Emergência Cia de Dança;

Renan Marangoni – Artista do teatro, tecnólogo em dança, coreógrafo, arte – educador, pesquisador da dança-teatro e atual diretor do Grupo Corpo Molde;

Rodrigo Cândido – Artista da dança, coreógrafo, arte-educador e atual diretor da Cia Diversidança;

Classificação Indicativa: Livre – 90 minutos

20h: Espetáculo: “CISZA II de IV” – Com Com[som]antes Cia de Arte

FICHA TÉCNICA / Diretor: Harrison Rodrigues / Intérpretes-criadores: Camila Pan, Harrison Rodrigues, Lucas Lopes, Thais dos Reis e Welligton Al / Cantora: Bárbara Bandeira.

Classificação Indicativa: Livre – 40 minutos

21h30: Intervenção: “Por que danço? Manifesto Poético” – Com a Cia Diversidança

FICHA TÉCNICA / Direção Geral e Artística: Rodrigo Cândido / Assistência de Direção Artística: Rosângela Alves / Concepção e Criação Artística: Rodrigo Cândido / Intérpretes: Alessandro Saldanha, Bárbara Santos, Felipe Santana, Iliandra Peluso, Marcio Vitorino, Rodrigo Cândido, Rosângela Alves e Vinicius Borges / Trilha Sonora Original: EdIT e Toska Suzuki / Edição da Trilha Sonora: Rodrigo Cândido / Figurino e Customização: A Cia / Depoimentos e Agradecimentos Especiais: Ana Bottosso, Andrea Soares, Andrey Alves, Cléia Varges, Cleber Vieira, Lucimeire Monteiro, Ivan Bernardelli, Pedro Costa, Priscila Maria Magalhães, Nany Oliveira, Roni Diniz, Sandro Borelli, Valeria Ribeiro, Vaneri Oliveira e Vinicius Francês

Classificação Indicativa: Livre – 60 minutos

Domingo, 26 de Março de 2017

14h: Oficina e 15h: Baile: Zouk – Com Kleber Cirqueira e participação especial de Daiy Silva e o DJ VJ Santos

Artista da Dança, atualmente Kleber Cirqueira atua como professor e coreógrafo na Escola de Dança JL, Studio de Dança Paloma Amorim, Escola de Dança Carol Siqueira, Escola de Dança Sparttan e Academia Fitness Plus. Destaque e premiação em diversos festivais realizados em São Paulo, além da parceria com Daiy Silva e o DJ VJ Santos

Classificação Indicativa: 14 anos – 180 minutos

18h: Espetáculo: “Cartas à Casa de Pó” – Com a Dentre Nós Cia de Dança

FICHA TÉCNICA / Direção e Concepção: Rivaldo Ferreira / Intérpretes – Criadores: Cintia Rocha, Catarina Stevanato ou Rivaldo Ferreira, Giovana Santos, Júlia Lima, Jeniffer Mendes e Thainá Souza / Cenário: Rivaldo Ferreira e Victor Almeida / Iluminação: Piu Dominó / Edição de Trilha: Rivaldo Ferreira / Fotos e vídeos: Rafi Sousa / Designer Gráfico: Victor Almeida / Figurino: Ana Lucia e Elenco

Classificação Indicativa: 10 anos – 60 minutos

19h30: Recortes do Espetáculo: “O Silêncio dos Comunicáveis” – Com a Saída de Emergência Cia de Dança

FICHA TÉCNICA / Direção Geral: Mazé Soares / Coreógrafos: Felipe Santana, Mazé Soares e Rodstyle / Elenco: Camila Ferreira, Danilo Rodrigues, Luiz Oliveira e Priscila Santana / Figurino e Cenário: Elenco e Direção / Sonoplastia: Mazé Soares

Classificação Indicativa: Livre – 30 minutos

20h30: Encerramento: “Cortejo” – Com Maracatu Ouro do Congo

FICHA TÉCNICA / Representante do Grupo: André de Camargo Almeida – Jota Vianna / Integrantes: Jota Vianna, Bárbara Carvalho, Cléia Varges, Daiana Rodrigues, Eduardo Turri, Everton Leandro, Gabriel Nascimento, Júlia Berro, Laís Lima, Manuela Rocha, Paulo Felix, Roberta Marangoni, Simone Monteiro, Thiago “Zé” Ferreira, Thiago Soussumi, Kaike Sena, Davi Pina, Fabiana Sena, Amanda Signori, Bárbara Silva, Taynã Lima, Rodrigo Valente, Thainá Rossati, Thiago Dendê, Fabiana Sena, Camila May / Coordenação Geral: Jota Vianna e Roberta Marangoni / Produção Executiva: Cléia Varges / Assistente de Produção: Arabi Mesquita / Apoiadores: Espaço Cultural CITA (Campo Limpo – SP), Nação do Maracatu Porto Rico & Nação do Maracatu Encanto do Pina – PE

Dança nas Bordas

FICHA TÉCNICA / Idealizador e Programador: Rodrigo Cândido / Designer e Arte gráfica: Aggelos Finikas/ Redes Sociais: Aggelos Finikas e Rodrigo Cândido / Técnico de Som: Alessandro Saldanha / Técnico de Luz: Vinicius Borges / Filmagem: Rodrigo Cândido e Raphael Poesia / Fotografia e Edição de Vídeo: Raphael Poesia / Produção Geral: Aggelos Finikas, Alessandro Saldanha, Rodrigo Cândido e Vinicius Borges. Apoio: Cia Diversidança e Fábrica de Criatividade / Realização: Governo do Estado de São Paulo, a Secretaria da Cultura, o PROAC e a Cooperativa Paulista de Dança.

Onde? Fábrica de Criatividade

Rua Dr. Luís da Fonseca Galvão, 248

Pq. Maria Helena – São Paulo/SP

Entrada: GRATUITA

100m da Estação Capão Redondo da Linha Lilás do Metrô

Acesse:

http://estadodacultura.sp.gov.br/projeto/696/

https://dancanasbordasblog.wordpress.com/

https://www.facebook.com/dancanasbordas/

Teaser: